terça-feira, 25 de novembro de 2014


''O mar estava calmo. Eu também. Mas à espreita, em suspeita. Como se essa calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer. O imprevisto me fascina.”

Aonde estou agora? Plantada num desses abismos dos seus olhos... Pergunto-lhes se me escutaria... Sinto a necessidade de me abrir e aliviar minha alma.
"Viver a vida sem um sonho, e como ir á praia e não ver o mar."
“A gente fantasia muito. Espera muito. Crê muito. E tem que ser assim mesmo: quebrar a cara, os dentes, o corpo. Até aprender. E se revigorar. Novamente. E quebrar as pernas de novo. E rir. E se apaixonar, e magoar, sem intenção. E ser magoado, sem intenção (ou com intenção), tanto faz. Apenas viva. Sem receio. Sem perder a vida por medo. É horrível doloroso apavorante e super ruim ser machucado, assim como machucar. Mas também é horrível abraçar a ferida e querer morar com ela.”
“Onde é que você gostaria de estar agora, nesse exato momento? E então? Somando os prós e os contras, as boas e más opções, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo? Meu palpite: dentro de um abraço.”



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